As tarifas cobradas por carros de aplicativos ou táxis em Nova York não estão para brincadeira. Nem mesmo para Ana Maria Braga.
A apresentadora de 77 anos está nos Estados Unidos gravando uma série de conteúdos relacionados à Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. Durante as próximas semanas, o programa Mais Você ganhará um clima nova-iorquino, com reportagens especiais, convidados ligados ao esporte e quadros sobre cultura e gastronomia.
Mas, além do glamour televisivo, Ana também está compartilhando nas redes sociais experiências que muitos turistas conhecem bem. Uma delas foi a clássica tentativa de andar pela cidade usando o metrô pela primeira vez.
A aventura começou quando ela decidiu visitar a Ponte do Brooklyn. Na postagem que fez no Instagram, Ana comenta que uma corrida por aplicativo custaria entre US$ 160 e US$ 170 – algo em torno de R$ 870 a R$ 920 na cotação atual. “A gente achou um pouco demais”, comentou no vídeo. De fato, um valor bem destoante das tarifas de metrô, que custam US$ 2,90 para uma viagem.
Nos comentários da publicação, alguns seguidores se surpreenderam ao ouvir que apresentadora achou o valor alto. A resposta veio em poucas palavras: “Dinheiro não nasce em árvore”.
Apesar do custo extremamente salgado, quem já visitou Nova York sabe que a questão vai além do financeiro. Além das tarifas, o trânsito da cidade costuma transformar trajetos relativamente curtos em longas esperas. Por isso, muita gente acaba recorrendo ao metrô para circular entre os principais bairros e atrações.
Uma aula prática sobre o metrô de Nova York
Para Ana Maria, a “aventura” no metrô virou um pequeno exercício de orientação urbana. “Acho que a gente está indo para a direção errada”, disse a apresentadora durante o trajeto. “Acho que a gente está subindo e a gente está querendo descer.”
Em São Paulo, entrar na plataforma errada já acontece com alguma frequência. Em Nova York, a chance de se confundir com o mapa gringo parece ainda maior. A rede se espalha pelos cinco distritos, reúne centenas de estações e combina linhas identificadas por números, letras e cores.
Além do emaranhado de linhas e conexões, as estações utiliza indicações como uptown e downtown. Para quem não está acostumado, os termos podem parecer nomes de bairros ou regiões específicas. Na prática, eles indicam o sentido da viagem: uptown leva para o norte de Manhattan e downtown para o sul.
Depois de um tempo, veio a confirmação de que a apresentadora realmente estava indo para o sentido contrário. Foi um verdadeiro “Acorda, menina!”, faltou apenas um “eita nóis!” do Louro José para completar a cena. “Quer aprender? É assim, apanhando”, brincou.
Nem tudo saiu como planejado
A partir daí, Ana acabou fazendo o que qualquer turista precisa fazer em algum momento: desceu na estação seguinte, pediu informações e seguiu andando.
“Aqui a gente se comunica muito pelo sorriso. Basta entender mais ou menos a língua deles, pedir ajuda quando precisa e seguir o fluxo que uma hora a gente chega no lugar certo”, comentou a apresentadora ao relatar a ajuda recebida de moradores locais.
Em outro momento, Ana comemorou ter encontrado a linha verde do metrô, que a levaria até a atração de seu interesse. A linha certa era um sinal de que, depois dos desencontros iniciais, o trajeto finalmente começava a entrar nos trilhos. No fim, a viagem demorou mais do que o previsto e exigiu algumas voltas extras, mas pelo menos rendeu uma boa história.
“Adorei andar de metrô!”, comemorou a apresentadora ao final do vídeo.
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