Opções de mirantes não faltam para quem quer apreciar as paisagens do Rio de Janeiro. Entre os mais conhecidos e visitados estão o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar. Mas, para quem busca locais fora do óbvio, o Rio também reserva boas surpresas.
Com trilha ou sem, de carro ou a pé, com vistas para a praia, para a mancha urbana ou para a floresta, o cardápio é diverso. Vale o alerta: nunca faça trilha em ambientes naturais sem acompanhamento se não tiver experiência, informe-se sobre segurança na região e avise pessoas de sua confiança sobre a atividade. Agora sim: confira seis opções “alternativas” para aproveitar algumas das melhores paisagens do Rio de Janeiro.
1. Agulhinha da Gávea
Também chamada de Pedra Aguda, Agulhinha da Gávea é opção para curtir belas vistas do Rio de JaneiroParque Nacional da Tijuca/Divulgação
Conhecida como Pedra Aguda em alusão ao seu formato pontiagudo, a Agulhinha da Gávea tem mirantes com vistas deslumbrantes do Rio de Janeiro. Andando por cerca de um quilômetro de trilha, é possível observar a praia de São Conrado e a Pedra da Gávea. A Agulhinha não é considerada uma trilha difícil, mas é uma subida com alguns trechos de mata alta e é preciso lançar mão de ‘escalaminhada’ na última etapa. A mata alta, aliás, faz com que a vista seja interrompida em alguns pontos.
Fica localizada no Parque Nacional da Tijuca, mas é menos movimentada que a sua vizinha, a Pedra Bonita. O acesso é pela Estrada das Canoas, no bairro São Conrado, e o início fica no estacionamento da rampa de voo livre da Pedra Bonita. O parque fica aberto diariamente das 8h às 17h. A trilha, no entanto, só pode ser acessada até às 14h.
2 e 3. Mirantes Sacopã e do Urubu
Vista a partir do Mirante do UrubuYasmim Gabrielli/Wikimedia Commons
Ambos estão localizados no Parque Natural Municipal da Catacumba e são ligados por uma trilha de 600 metros. A entrada fica na Avenida Epitácio Pessoa, na Lagoa Rodrigo de Freitas.
Do Mirante Sacopã, o ponto mais alto, é possível observar a praia de Ipanema, a Pedra da Gávea, o Morro Dois Irmãos, a Lagoa Rodrigo de Freitas e o Jardim Botânico. Já o Mirante do Urubu também dá visão ao Cristo Redentor. Atente-se para o fato de que a trilha é íngreme e com solo escorregadio, siga com cuidado.
O parque é aberto de terça-feira a domingo, das 8h às 17h. O último acesso à trilha é às 16h.
4. Vista Chinesa
Caramanchão oriental, imitando bambu, acrescenta charme ao miranteLuciola Vilella – MTUR/Reprodução
Em estilo oriental, o mirante da Vista Chinesa proporciona uma vista da Zona Sul do Rio de Janeiro e da Lagoa Rodrigo de Freitas. O local, construído entre 1902 e 1906, é uma homenagem aos chineses que introduziram no Brasil o cultivo do chá no início do século 19.
Localizado na região do Horto e dentro do Parque Nacional da Tijuca, a entrada é pela estrada da Vista Chinesa. São cerca de três quilômetros de subida que pode ser feita de carro, bicicleta ou a pé. O mirante fica aberto diariamente das 8h às 17h.
5. Bico do Papagaio
Vista do alto do Bico do PapagaioAndrew Vieira/Wikimedia Commons
Os mirantes do Bico do Papagaio, também localizado no Parque Nacional da Tijuca, oferecem visões das praias da Barra da Tijuca e do Recreio, além de toda a baixada de Jacarepaguá. O cume do local está situado a aproximadamente 990 metros acima do nível do mar e possui semelhança com o bico da ave, daí o nome.
A trilha para o mirante possui cerca de 300 metros de elevação e se estende por dois quilômetros, partindo do Largo do Bom Retiro. Não é uma trilha para iniciantes por conta dos 300 metros finais que é bastante estreito, íngreme e requer ‘escalaminhada’. O acesso é pela entrada principal do parque, na Praça Afonso Viseu, no Alto da Boa Vista. O local abre todos os dias das 8h às 17h. A trilha também só pode ser acessada até às 14h.
Mirante Dona Marta
Cristo Redentor é outra vista famosa a partir do miranteRodrigosilvestri/Wikimedia Commons
O Mirante Dona Marta tem 360 metros de altitude e tem uma vista panorâmica do Rio de Janeiro. De lá, podem ser vistos o Pão de Açúcar, o Maracanã, a Baía de Guanabara e o Corcovado. O acesso pode ser feito de táxi ou Uber pela Ladeira dos Guararapes, no bairro Cosme Velho. O único perrengue é na hora de voltar porque nem todo motorista aceita a corrida, então o ideal é negociar com quem vai levar você e pedir para que aguarde. Não há comércio no local: leve comida e água se tiver a intenção de ficar lá por mais tempo. Muita gente vai ver o nascer do sol.
Para mais dicas de segurança em ambientes naturais, leia o conteúdo produzido pela equipe de montanhistas do Projeto Transcarioca:
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