Conheça a história de Campos dos Goytacazes (RJ) no museu da cidade

Museu Histórico de Campos proporciona uma jornada pela história do município de Campos dos Goytacazes, a cerca de 280 quilômetros do Rio de Janeiro.

Situado no centro da cidade e com entrada gratuita, o espaço preserva elementos das várias épocas vivenciadas pela região, desde as primeiras ocupações indígenas até os períodos de expansão econômica do município, o maior do estado fora da Região Metropolitana do Grande Rio.

Confira o que pode ser visto na instituição.

Destaques da exposição

O acervo do museu é formado por objetos, documentos, fotografias e obras de arte que contemplam diferentes períodos da história da região, com um foco maior na janela entre o século 18 e o começo do século 20. Temas que ganham destaque na exibição incluem o transporte ferroviário, a economia cafeeira e o modo de vida e legado dos Goitacás, o povo indígena que habitava a área e ficou eternizado no nome do município.

Para destacar os povos ancestrais, uma parte relevante do acervo também é dedicada à arqueologia, com artefatos pré-históricos, inclusive anteriores aos próprios Goitacás. O espaço apresenta relíquias dos sambaquis, montes formados por conchas, ossos, restos de alimentos, areia e terra, construídos por populações litorâneas do Brasil entre os anos 8000 a.C. e 1000 d.C. Também estão em exposição os utensílios de povos nativos que habitavam a região.

Continua após a publicidade

Uma das salas de exposição do Museu Histórico de CamposPrefeitura de Campos/Divulgação

Para além do acervo fixo, localizado nos andares superiores do prédio, o Museu Histórico de Campos promove exposições temporárias em duas salas do térreo, eventos culturais, festivais, palestras e atividades educativas. O local ainda abriga a Biblioteca Municipal, com livros históricos e que ajudam a contar a memória de Campos dos Goytacazes.

História do Museu

Inaugurado em junho de 2012, o museu fica em um prédio muito mais antigo do que isso: o local foi construído em 1760 como Solar do Visconde de Araruama, uma moradia para o dono de engenho José Carneiro da Silva. Desde então, o edifício já foi sede da Câmara e Prefeitura Municipal, além do Tribunal do Júri.

Continua após a publicidade

Em 1943, a edificação foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e, em 1987, em âmbito estadual pelo Instituto do Rio de Janeiro do Patrimônio Cultural (Inepac).

Quando visitar (e quanto custa)

A entrada é gratuita. O local funciona de terça a sexta-feira das 10h às 17h. Aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 14h. Visitas guiadas e agendamentos para grupos com mais de seis pessoas devem ser feitos pelo WhatsApp da instituição: (22) 98179-4455.

O Museu também permite a realização de ensaios fotográficos mediante agendamento.

Continua após a publicidade

Confira outras informações na página oficial.

Newsletter

Cadastro efetuado com sucesso!

Você receberá nossas newsletters em breve!

Clique aqui para entrar em nosso canal no WhatsApp

Resolva sua viagem aqui

Reserve hospedagem no Booking

Reserve seu voo

Reserve hospedagem no Airbnb

Ache um passeio na Civitatis

Alugue um carro

Publicidade