É possível encontrar caminhos modernos no tão antigo interior de Minas Gerais. Única em suas ruas e edificações, a dupla Cataguases e Leopoldina guarda um patrimônio modernista de uma Minas do fim do século 19 e começo do 20, já distante das clássicas corridas pelo ouro que germinaram vilas pelo estado. Cataguases em especial serviu como uma primeira tela para gigantes da arte como Oscar Niemeyer, Burle Marx, Candido Portinari e Francisco Bolonha, além de ser o lar do cineasta Humberto Mauro.
Caminhar por Cataguases é um prazer. Projetada pelo coronel francês Guido Marlière, suas avenidas são como boulevares, com calçadas largas, arborização e um córrego canalizado atravessado por pontes charmosas. O patrimônio local pode ser todo visitado em uma caminhada pelo centro, quase todo plano. A cidade é bem equipada com mostras culturais, museus e obras ao ar livre.
Residência Francisco Inácio Peixoto é a primeira obra de Niemeyer na cidadeGrupo Energisa/Pedro Vilela/Divulgação
Leopoldina, a 23km de Cataguases, exige um pouco mais das panturrilhas. Seus edifícios históricos ficam entre subidas e descidas de uma cidade que floresceu sobre os morros. Mesmo assim, o lugar agrada aos poetas e aos trilheiros – esses últimos adoram subir o Morro do Cruzeiro e pular de parapente, esporte popular na região. Ao fim, todos se deliciam com os doces mineiros da cidade, famosos em todo o estado.
O roteiro de dois dias a seguir foi pensado para quem quer fugir das grandes metrópoles e descobrir um novo interior – fãs de arquitetura, cinema, ecoturismo e, claro, de Minas, vão se deliciar.
Noite da chegada
Após deixar as malas no hotel em Cataguases, vale ir ao ponto de encontro dos moradores locais. No Viking Vagão, uma memória da antiga ferrovia que rasgava a cidade se tornou uma lanchonete eclética: famílias com crianças, universitários e viajantes buscam um rango noturno por lá quando as lojas da cidade já estão fechando as portas. O cardápio conta com sanduíches e hambúrgueres.
Aberto a partir das 18h, as chapas ficam quentes até as 2h do dia seguinte. O vagão fica no cruzamento da Avenida Astolfo Dutra com a Humberto Mauro.
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1° dia
Praça Governador Valadares
Acordar bem cedinho é uma boa pedida para começar o dia por aqui. Vale ir à Padaria Pão Nosso comer um pão de queijo quentinho e tomar um bom café coado antes de seguir o roteiro.
O tour por Cataguases pode ser feito por conta própria ou guiado, atividade que é oferecida pela Secretaria da Cultura e Turismo (reservas podem ser feitas pelo site oficial, com horário de atendimento das 8h às 16h).
A Praça Governador Valadares é o ponto de partida para as andanças. Cercado por edifícios do século 19, o local é um núcleo da Cataguases pré-moderna. Ao centro da praça está o Museu Chácara Dona Catarina, que atualmente passa por reformas, mas recebe exposições em seu salão principal, antiga sala de estar de Catarina Duarte, esposa do Coronel João Duarte. Casal influente na cidade, sua chácara recebia artistas, amigos e convidados em passeios pelos jardins, festas e chás.
Em frente, a antiga Estação Ferroviária abriga a Biblioteca Municipal Ascanio Lopes. De estrutura interna simples, o local ainda guarda traços de dois séculos atrás.
Lar de artistas e intelectuais, hoje a praça é atração para todosEnergisa/David Cuíca/Divulgação
Museu Energisa
Ao seguir a avenida, chega-se ao Museu Energisa, que ocupa um edifício estilo art nouveau com grades curvadas e cores pastéis. A exposição permanente faz o visitante passear pela história da energia elétrica, desde os primeiros registros na Grécia Antiga até a fundação da Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina (CFLCL) em 1905, que veio a ser a Energisa. As salas escuras contam com fotos históricas iluminadas e aparatos de décadas atrás.
Artefatos e telas revelam a história da energia à EnergisaEnergisa/David Cuíca/Divulgação
Casas modernistas e Centro Cultural Sicoob Coopemata
Os metros seguintes da Astolfo Dutra são recheados de casas modernistas. Pastilhas coloridas, janelões e formas geométricas ousadas (embora ainda com poucas curvas) são assinatura dos arquitetos Francisco Bolonha, Luzimar Góes Telles, Aldary Henriques Toledo e os irmãos MM Roberto.
A Residência José Inácio Peixoto, obra de Edgar Guimarães e Roberto Burle Marx, se destaca com seu painel de pastilhas coloridasSamuel Amaral/Arquivo pessoal
No caminho, o Centro Cultural Sicoob Coopemata é imperdível. Projeto de Francisco Bolonha, a casa é monumental, com o painel Feira Nordestina de Anizio de Medeiros na entrada. E, ao adentrar o espaço, uma curva revela o salão central iluminado e adornado com o painel A Lenda Sobre o Rapto de Helena de Tróia, de Emeric Marcier. Hoje, ocorrem aulas de música, artes visuais e dança, mas o lugar já foi casa da artista Nanzita Gomes e seu marido Otônio Gomes, que sediavam grandes bailes e festas que agitavam a cidade.
Para conhecer o espaço, é preciso marcar horário. As visitas guiadas ocorrem de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h e das 14h às 16h30. Saiba mais no site oficial da Sicoob.
Painel de Emeric Marcier vai do chão ao tetoEnergisa/David Cuíca/Divulgação
Colégio Cataguases
Ao fim da Astolfo Dutra, virando para a avenida Humberto Mauro, chega-se ao Colégio Cataguases. Mergulhar no paisagismo de Burle Marx é como adentrar outro mundo. Obra de Niemeyer, o edifício branco monumental convida a passear pelos pilotis e ver os painéis Abstrato, de Paulo Werneck, e Tiradentes, de Candido Portinari (trata-se de uma réplica; o original está hoje em São Paulo).
Colégio Cataguases: obra de Niemeyer repousa na Mata Atlântica mineiraSamuel Amaral/Arquivo pessoal
Vale lembrar que o local não é exatamente um museu. As obras no térreo e o auditório são acessíveis ao público durante o funcionamento do colégio, de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Porém, os andares superiores são reservados aos alunos.
Oasis no interior: mesmo em região quente, o ambiente aberto do colégio é refrescanteSamuel Amaral/Arquivo pessoal
Pausa para o almoço
O Super Nutre é uma boa pedida para a pausa do almoço. Na rua Major Viêira, às margens do Rio Pomba, o restaurante de comida mineira e churrasco tem ambiente agradável e uma vista linda da Mata Atlântica.
Super Nutre: churrasco com uma bela brisa e naturezaSamuel Amaral/Arquivo pessoal
Praça Santa Rita
A Praça Santa Rita é passagem obrigatória em Cataguases. Imponente no centro da cidade, o Santuário de Santa Rita de Cássia intriga os observadores com seu formato de avião. As missas ocorrem de terça a sexta-feira às 6h30; sábado e segunda-feira às 19h30; e domingo às 7h, 8h30, 10h e 18h. O local fica fechado em outros horários, então a única forma de conhecer o templo por dentro é durante os cultos.
Santuário Santa Rita de Cássia tem presença imponente no centro da cidadeDiocese de Leopoldina/Divulgação
Ao lado, o Educandário Dom Silvério atrai com seu painel Os Pássaros, de Anísio Medeiros. Por dentro, a obra A Criação do Mundo, de Emeric Marcier, e a Sala de Memória da Congregação Carmelita, com artefatos religiosos, valem o passeio. A visita ao educandário deve ser agendada em contato com a gestão do local pelo perfil nas redes sociais.
Os Pássaros: figuras se misturam em tons de azul e brancoEnergisa/David Cuíca/Divulgação
Centro Cultural Humberto Mauro
As proximidades da praça Rui Barbosa guardam a história do cinema na região. O Centro Cultural Humberto Mauro tem uma galeria com obras de artistas regionais, salas de cinema e teatro. Em exposição permanente, uma mostra revela a história do cineasta que marcou a história de Cataguases e da sétima arte em todo o país, com fotos e artefatos que Humberto usou em suas produções.
Os eventos no Centro Cultural são divulgados no perfil do programa Cataguartes e geralmente ocorrem durante os fins de semana. A galeria abre de terça a sábado, das 8h às 11h20 e das 13h às 17h20.
Monumento a José Ignácio Peixoto
Antes do fim do dia, vale atravessar a ponte sobre o Rio Pomba e parar na praça José Ingnácio Peixoto por alguns minutos. O monumento de mesmo nome é obra de Francisco Bolonha e representa as fábricas de tecelagem que impulsionaram o crescimento da cidade no inicio do século 20. A estátua A Família, de Bruno Giorgi, é destaque no conjunto.
Monumento é homenagem às indústrias que desenvolveram CataguasesSamuel Amaral/Arquivo pessoal
Maria Caffé
Ao cair da noite, o Maria Caffé acende suas luzes na esquina da Astolfo Dutra com a Rua Paulino Fernandes. O espaço é intimista e aconchegante, com iluminação amarelada e móveis de madeira. O cardápio tem carnes, peixes e massas.
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2° dia
Catedral de São Sebastião
Leopoldina fica a 30 minutos de carro de Cataguases, um trajeto tranquilo pela manhã. Vale estacionar nos arredores da Catedral de São Sebastião e começar as andanças a partir de lá. O templo fica imponente sobre um morro e tem as proporções de uma igreja das grandes capitais. Os locais contam que o projeto do templo surgiu de um sonho de Ormeo Junqueira Botelho, engenheiro e empresário fundamental no desenvolvimento da região, que teria visto a fachada da catedral durante o sono.
O templo é um exemplo do estilo eclético brasileiro, misturando elementos do gótico com o românico e toques autorais. É aberto todos os dias para visitação e as missas ocorrem geralmente às 6h e 19h, de terça-feira a domingo.
Os interessados em turismo religioso podem passar também pelo Santuário São José Operário. O templo abre todos os dias a partir das 8h, com missas às 9h e 19h no domingo.
A torre da catedral ultrapassa 50 metros de altura, dimensões colossais para uma pequena cidade como LeopoldinaSamuel Amaral/Arquivo pessoal
Museu Espaço dos Anjos
Descer pela Alameda Dom Delfim R. Guedes é se lançar pela cidade. O Museu Espaço dos Anjos fica alguns metros à frente, onde há uma exposição permanente sobre o poeta pré-modernista, que viveu seus últimos anos em Leopoldina. A casa em estilo colonial é um show à parte, com pé direito alto e janelões.
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Ginásio Leopoldinense
O Ginásio Leopoldinense é a próxima parada. Sua estrutura se destaca entre as casas simples da cidade, com estilo eclético que mistura elementos do grego ao art nouveau. Hoje uma escola estadual, o edifício fica aberto de segunda a sábado, das 8h às 22h. Para agendar uma visita, é necessário entrar em contato com a gestão da escola pelo telefone (32) 3441-7119.
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Pausa para o almoço
O almoço em Leopoldina serve a todos os gostos. Se estiver em um grupo maior, e com mais fome, o Grotão vale a pena. A cerca de cinco minutos de carro do centro da cidade, o restaurante tem pegada rústica e serve pratos para cinco a seis pessoas com arroz, feijão, filé, fritas e salada. A experiência relembra um almoço em família, com todos conversando enquanto passam os pratos para lá e para cá.
Uma opção mais intimista é o Pesto, nas proximidades do centro de Leopoldina. Em uma casa modernista, cuja sala tem um janelão voltado ao jardim, o estabelecimento familiar serve massas. A refeição segue na calmaria do lar, onde é possível apreciar uma boa conversa. Vale conferir as sobremesas, especialmente o bolo gelado.
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Casa da Memória de Leopoldina
A Casa de Memória de Leopoldina (antiga Casa de Leitura Lya Maria Müller Botelho) é parada obrigatória em Leopoldina. Inspirada no casarão da família Wilkes de E o Vento Levou (1939), o atual centro cultural tem três andares de atividades.
Antes de entrar, é preciso passear pelos jardins projetados por Burle Marx. O gramado é palco para piqueniques e encontros entre os cidadãos, que aproveitam para comer um bolinho no Café Nyagara, aos fundos da casa. Entre as curvas do paisagismo, obras de arte decoram o ambiente.
O térreo conta a história da família Botelho e da cidade que ajudaram a desenvolver. A Sala de Leitura tem poltronas e livros, onde se pode relaxar por alguns minutos e sentir o cheirinho agradável de bastão-do-imperador, fragrância favorita de Lya Botelho.
Uma exposição permanente conta a história dos familiares, desde a origem da cidade até a ascensão de Ormeu como empresário. A mostra é completada por outra sala, onde uma tela com a figura do engenheiro feita em inteligência artificial conta sua história de forma romantizada – na varanda acoplada a esse espaço, é possível sentar em dois bancos e ouvir em caixas de som episódios de vida dos antigos moradores. Em frente, uma outra sala com projetores te faz mergulhar na história da formação profissional de Ormeu e da Energisa.
Casarão inspirado em E o Vento Levou se destaca na cidadeSamuel Amaral/Arquivo pessoal
O primeiro andar se abre para outras memórias. Uma sala é dedicada à história do Clube dos Cutubas, um coletivo negro com mais de 100 anos que ainda atua na cidade, com organização de eventos e palestras, além de encontros entre os associados. Artefatos e fotografias que marcam a história do grupo estão dispostos pelas paredes.
Um salão com telas emolduradas, simulando obras de arte, abriga uma experiência interativa sobre a história da Zona da Mata. Um grande telão touch screen revela mapas e ilustrações dos séculos 19 e 20 sobre a formação da região, a construção da linha férrea e o surgimento das primeiras cidades.
No último andar, um estúdio e equipamentos servem à indústria criativa de Leopoldina. Pensada para integrar o polo audiovisual da região, o espaço é usado por artistas locais em suas produções.
Cada sala conta um capítulo diferente da história da família Botelho e de LeopoldinaEnergisa/David Cuíca/Divulgação
Outras atividades
A cerca de 30 km de Cataguases, o Museu Parque Usina Maurício é um bom desvio de rota. O complexo conta com três museus, um espaço de vivência e um deck para o rio. Uma das mostras é dedicada à fauna e flora local, com uma tela interativa onde é possível ver o mapa da região.
Museu em meio a mata revela as origens da energia elétrica na regiãoEnergisa/David Cuíca/Divulgação
Na antiga usina que dá nome ao conjunto, a primeira construída pela então CFLCL, ficam dispostas máquinas do início do século 20. Entre as primeiras bobinas e geradores, telas suspensas mostram cenas do rio e animações psicodélicas. Saiba mais no site oficial do parque.
Máquinas gigantes intrigam por sua complexidade; vale ficar uns bons minutos olhando os detalhesEnergisa/David Cuíca/Divulgação
Para os aventureiros, o desafio em Leopoldina é subir o Morro do Cruzeiro. Do topo, é possível ver toda a cidade e a paisagem ondulada de Minas Gerais. Também se pode subir de carro e pular de parapente lá de cima.
QUANDO IR
Cataguases tem um calendário cultural recheado. Os eventos vão de música a cinema, sempre passando pela boa arquitetura.
Em 8 e 9 de maio, acontece o Cataguases Blues e Jazz. Bandas se apresentam em um palco na Chácara Dona Catarina durante a noite e agitam a cidade.
Para os fãs de um bom sambinha, o Festival Conversa de Botequim está marcado para 6 e 7 de junho. Durante os dias, os botecos da cidade oferecem iguarias boêmias e delícias mineiras, que competem pelo prêmio de melhor prato, enquanto rodas de samba dão a trilha sonora das ruas.
Os arquitetos e entusiastas se deliciam no Festival Cataguases Moderna & Eterna, entre 11 de agosto e 7 de setembro. A cidade vira palco de exposições, oficinas, shows, rodas de conversa e feira de livros sobre arte e arquitetura. Acontecem também visitas guiadas pelo patrimônio moderno do município.
A terra de Humberto Mauro não fica sem um bom festival de cinema. A Semana Eva Nil de Cinema, de 8 a 11 de setembro, acontece no campus da Universidade Estadual de Minas Gerais e tem oficinas, workshops, cursos, palestras e exibições de filmes, além de lançamentos de livros. A temática deste ano é o cinema negro e suas vozes. O perfil da semana nas redes sociais deve divulgar os convidados no decorrer do ano.
Leopoldina também tem eventos artísticos. A FESTCEM, Festival do Conservatório Estadual de Música Lia Salgado, acontece no mês de junho. Durante duas semanas, alunos, professores e músicos convidados dão workshops, recitais e performam peças dos mais variados instrumentos, de flauta a contrabaixo.
Os poetas têm vez na Semana Augusto dos Anjos, em novembro. O evento exalta as poesias produzidas pelos participantes, que declamam suas obras e competem pelo prêmio de melhor poeta.
ONDE SE HOSPEDAR
Peça de destaque no conjunto modernista, o Hotel Cataguases é uma hospedagem para mergulhar no movimento. Obra de Aldary Henriques Toledo, Gilberto Lyra de Lemos e Carlos Perry, o edifício tem janelões voltados ao Rio Pomba e a estátua A Mulher, de Jan Zach, logo na entrada.
O salão nobre é recheado de mobílias de Joaquim Tenreiro, onde se pode relaxar com vista para a mata. As curvas da piscina convidam a um mergulho, enquanto as mesas em área externa são ótimas para um café da manhã com brisa matinal. As diárias custam a partir de R$ 262. Reserve aqui.
Outra opção no centro da cidade é o Bevile Hotel. Também com certo charme modernista em seu interior, o complexo conta com piscina no rooftop e academia. O valor das diárias começa em R$ 276. Reserve aqui.
COMO CHEGAR
Do Rio de Janeiro, o caminho para a Zona da Mata leva cerca de quatro horas. Pegue a BR-040 até a rampa de acesso para Juiz de Fora, onde se deve entrar na BR-040 e seguir até Teresópolis. De lá, entre na BR-116 até Leopoldina, onde o caminho segue pela BR-120 até Cataguases.
O trajeto a partir de Belo Horizonte leva sete horas até Cataguases. Entre na BR-040 até a rampa de acesso para Ubá/Cataguases/Viçosa, e então vire na MGC-265. Siga até o entroncamento com a MGC-285, que se torna BR-120 em Dona Eusébia e vai até Cataguases.
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