Uma missão da NASA que tenta salvar o observatório Swift acabou enfrentando novos atrasos durante as tentativas de lançamento. Problemas técnicos impediram a decolagem planejada, interrompendo a operação logo na fase inicial. A ideia é usar uma nave robótica para elevar a órbita do telescópio e evitar sua queda de volta à atmosfera.
O Swift está no espaço há mais de 20 anos, o que torna essa operação ainda mais sensível.
Pegasus XL não conseguiu liberar a nave LINK
Na tentativa mais recente, o foguete Pegasus XL deveria lançar a espaçonave LINK a partir de um avião L-1011. O avião chegou à altitude correta, mas a liberação do foguete falhou por um problema técnico.
A EarthSky informou que a NASA ainda vai analisar o que aconteceu antes de marcar uma nova data. Antes disso, a missão já tinha sido adiada por dois dias seguidos por causa do clima, somando três tentativas frustradas.
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Esse tipo de lançamento chama atenção porque não acontece do solo: o foguete é solto no ar, já em altitude.
Swift está em risco por perda gradual de altitude
O observatório Swift, operado pela NASA, está em órbita desde 2004 e ficou famoso por estudar explosões de raios gama, eventos extremamente energéticos do universo. O problema agora é simples, mas crítico: ele está perdendo altitude aos poucos.
Sem intervenção, o telescópio deve reentrar na atmosfera e se desintegrar nos próximos meses. Para evitar isso, a NASA decidiu tentar uma solução pouco comum: corrigir a órbita diretamente no espaço.
Missão busca testar novas técnicas de manutenção de satélites e prolongar a vida útil de observatórios espaciais. – Imagem: Divulgação/Northrop Grumman
LINK será usada para reposicionar o telescópio
A missão será feita em parceria com a Katalyst Space, responsável pela nave LINK. Ela vai se aproximar do Swift, capturar o telescópio com braços mecânicos e levá-lo para uma órbita mais alta e estável.
Entre os pontos principais da operação estão:
subir o Swift para cerca de 300 km de altitude
prolongar o funcionamento do telescópio
testar técnicas de manutenção em órbita
reativar observações científicas
Se der certo, essa abordagem pode mudar como satélites são mantidos no futuro.
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