A cidade de Vitória conta com uma nova galeria de exposições que promete movimentar a cena artística da capital capixaba: é o Museu do Cais das Artes, na Enseada do Suá, que finalmente abriu em abril após longos anos de obras.
A exposição inaugural, Amazônia, do fotógrafo Sebastião Salgado, retrata povos indígenas em seus contextos culturais. A entrada é gratuita e o espaço funciona de quinta-feira a domingo, das 10h às 18h. Mesmo com bilhetes sem custo, é preciso reservar antecipadamente a data da visita, por este link.
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Inauguração
A inauguração do Museu faz parte da temporada de abertura do Cais das Artes, que iniciou em janeiro de 2026 com shows nacionais e locais. O Cais das Artes é composto por três espaços principais: o museu, a Praça do Cais e um teatro. Os dois primeiros já estão abertos e com programação cultural a todo vapor. Resta apenas a abertura do teatro, que tem uma capacidade para cerca de 1.300 espectadores.
O edifício maior, que abriga o museu, tem 3 mil metros quadrados e possui um vão livre, que facilita a visão para Vila Velha, localizada do outro lado da baía. O complexo cultural tem capacidade para receber desde exposições de arte temporárias até shows de grande porte.
O Cais já era aguardado há muito tempo pelos capixabas. O projeto foi idealizado em 2008 e tinha previsão de entrega para quatro anos mais tarde – mas, depois de sucessivas paralisações e atrasos, só pôde ser aberto em 2026, a um custo de R$ 315 milhões. É a última inauguração de um projeto assinado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, que faleceu em 2021, sem ver a obra concluída.
O projeto do Cais
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Em seu desenho, Paulo Mendes da Rocha buscou valorizar a história da cidade e a paisagem ao redor do Cais – o espaço possui uma vista privilegiada da Baía de Vitória e do pôr do sol. O arquiteto iniciou o projeto um ano depois de ter sido agraciado com o Prêmio Pritzker, a maior honraria mundial da área.
Concebido em arquitetura brutalista, com concreto aparente, o espaço tem uma área construída de quase 30 mil metros quadrados. Outros espaços culturais no Brasil seguem a mesma ideia, como o Museu Sesc Pompeia, em São Paulo, e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
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