A Casa do Dragão: tudo o que você precisa lembrar antes da 3ª temporada

A espera dos fãs de A Casa do Dragão está perto do fim. A terceira temporada da série baseada no universo criado por George R.R. Martin estreia no dia 21 de junho, com exibição simultânea na HBO e na HBO Max, sempre aos domingos, às 22h (horário de Brasília).

Os novos episódios darão continuidade à Dança dos Dragões, a guerra civil que dividiu a Casa Targaryen e colocou frente a frente os grupos liderados por Rhaenyra Targaryen e Aegon II Targaryen na disputa pelo Trono de Ferro. Após duas temporadas marcadas por alianças políticas, mortes de personagens importantes e o crescimento do conflito entre os dois lados, a expectativa é que a história avance para confrontos ainda maiores.

Com o intervalo entre as temporadas, porém, muitos espectadores podem não se lembrar de todos os acontecimentos que levaram Westeros até esse ponto. Afinal, o último episódio da 2ª temporada estreou em 4 de agosto de 2024, quase dois anos atrás. Antes da estreia dos novos capítulos, vale relembrar como a disputa começou, quem são os principais personagens da guerra e qual era a situação do reino ao final da segunda temporada.

Aviso: os tópicos abaixo relembram acontecimentos importantes das duas primeiras temporadas de A Casa do Dragão e contêm spoilers da série.

Como a guerra dos Targaryen começou

A origem da guerra mostrada em A Casa do Dragão remonta aos últimos anos do reinado de Viserys I Targaryen. Sem um herdeiro homem quando sua primeira esposa morreu, o rei decidiu nomear sua filha, Rhaenyra Targaryen, como sucessora do Trono de Ferro. A decisão foi apoiada pelos principais lordes de Westeros, que juraram lealdade à princesa.

A decisão de Viserys I de nomear Rhaenyra como herdeira do Trono de Ferro está na origem da guerra retratada em A Casa do Dragão – Imagem: Divulgação / HBO

A situação mudou quando Viserys se casou com Alicent Hightower e teve novos filhos. Entre eles estava Aegon, que, por ser homem, passou a ser visto por parte da corte como uma alternativa mais adequada para a sucessão. Embora o rei jamais tenha revogado a escolha de Rhaenyra, a rivalidade entre os grupos que apoiavam os dois possíveis herdeiros cresceu ao longo dos anos.

As tensões também foram alimentadas por conflitos pessoais. A amizade entre Rhaenyra e Alicent se deteriorou, enquanto disputas envolvendo seus filhos ampliaram a divisão dentro da família real. Aos poucos, a corte de Porto Real passou a se dividir entre aqueles que defendiam a manutenção da decisão de Viserys e os que acreditavam que o trono deveria passar para Aegon.

A crise sucessória explodiu após a morte do rei. Enquanto Rhaenyra estava em Pedra do Dragão, aliados de Alicent e da Casa Hightower mantiveram a notícia em segredo por um curto período e organizaram a coroação de Aegon II em Porto Real. Pouco depois, Rhaenyra também foi coroada por seus apoiadores e declarou que era a legítima herdeira dos Sete Reinos.

A partir daquele momento, Westeros passou a ter dois monarcas reivindicando o mesmo trono. O conflito, que começou como uma disputa política e dinástica, rapidamente evoluiu para uma guerra envolvendo algumas das famílias mais poderosas do continente e um número sem precedentes de dragões.

O estopim definitivo veio no fim da primeira temporada. Durante uma missão diplomática, Lucerys Velaryon, filho de Rhaenyra, foi perseguido por Aemond Targaryen e acabou morto após um confronto entre os dragões Arrax e Vhagar. A tragédia encerrou qualquer possibilidade de reconciliação entre os dois lados e abriu caminho para a guerra aberta que domina os acontecimentos da segunda temporada.

Como terminou a 2ª temporada

Se a primeira temporada mostrou como a disputa pelo Trono de Ferro começou, a segunda foi marcada pela escalada do conflito. Os episódios acompanharam as consequências da morte de Lucerys Velaryon e o endurecimento das posições dos dois lados, tornando cada vez mais difícil qualquer tentativa de acordo entre os rivais.

Logo nos primeiros capítulos, a guerra ganhou um novo capítulo de violência com o assassinato do príncipe Jaehaerys, filho de Aegon II e Helaena Targaryen. O crime, cometido por dois homens enviados para se vingar da morte de Lucerys, teve grande impacto sobre a família real e ampliou ainda mais o clima de hostilidade entre Verdes e Negros.

Ao longo da temporada, os dois lados buscaram fortalecer suas posições políticas e militares. Enquanto Rhaenyra tentava reunir mais aliados para sua causa, os Verdes ampliavam sua influência a partir de Porto Real. A disputa também passou a envolver diretamente os dragões, principal diferencial bélico dos Targaryen.

Um dos acontecimentos mais importantes ocorreu na Batalha do Pouso das Gralhas. O confronto terminou com graves consequências para Aegon II, que ficou seriamente ferido após o combate entre dragões. A partir desse momento, Aemond passou a assumir um papel ainda mais relevante dentro da facção dos Verdes, consolidando-se como sua principal força militar.

O confronto em Pouso das Gralhas deixou Aegon II gravemente ferido e alterou o equilíbrio de forças entre Verdes e Negros – Imagem: Divulgação / HBO

Outro arco importante da temporada acompanhou Daemon Targaryen em Harrenhal. Distante de Rhaenyra durante boa parte da história, ele enfrentou uma série de visões e conflitos internos que colocaram em dúvida suas ambições e sua lealdade.

Enquanto isso, Rhaenyra encontrou uma forma de compensar parte da desvantagem militar de seu grupo. A rainha passou a recrutar novos cavaleiros para dragões que estavam sem montadores, ampliando significativamente o poder de sua facção. A iniciativa resultou em algumas das cenas mais marcantes da temporada e mudou o equilíbrio de forças da guerra.

Também ao longo da temporada, Alicent Hightower passou a questionar decisões tomadas por seus aliados e familiares. A personagem se viu cada vez mais isolada dentro da própria facção, em uma trajetória que ajudou a preparar os acontecimentos do episódio final.

Ao fim do segundo ano, a guerra já não parecia mais uma ameaça distante. Com novas alianças, exércitos mobilizados e mais dragões envolvidos no conflito, os dois lados chegaram ao episódio final em uma posição muito diferente daquela vista no início da temporada.

Como terminou o último episódio da 2ª temporada?

Se você não se lembra exatamente do que aconteceu no episódio final da segunda temporada, estes foram os principais acontecimentos que prepararam o terreno para a continuação da história:

Daemon reafirmou sua lealdade a Rhaenyra: após passar boa parte da temporada em Harrenhal, o príncipe reuniu aliados na região e voltou a apoiar a reivindicação da rainha ao Trono de Ferro.

Rhaenyra fortaleceu sua posição militar: com novos cavaleiros de dragões ao seu lado, a líder dos Negros terminou a temporada com mais recursos para enfrentar os Verdes.

Aegon II deixou Porto Real: gravemente ferido após a Batalha do Pouso das Gralhas, o rei fugiu da capital com a ajuda de Larys Strong.

Aemond assumiu ainda mais protagonismo entre os Verdes: com o irmão afastado dos acontecimentos, ele se consolidou como a principal liderança militar da facção.

Alicent se encontrou secretamente com Rhaenyra: as antigas amigas conversaram sobre os rumos da guerra e sobre a possibilidade de encerrar o conflito, em uma das cenas mais importantes do episódio.

Os exércitos começaram a marchar para a guerra: forças ligadas às principais casas de Westeros iniciaram movimentações que devem ter papel decisivo na terceira temporada.

A guerra entrou em uma nova fase: o episódio terminou sem uma grande batalha, mas deixou claro que os confrontos em larga escala estão cada vez mais próximos.

Quem são os Verdes e os Negros

A guerra retratada em A Casa do Dragão gira em torno de duas facções rivais da própria Casa Targaryen. Embora o conflito envolva diversas famílias nobres de Westeros, a disputa central é entre os apoiadores de Rhaenyra Targaryen e os defensores de Aegon II Targaryen, que reivindicam o direito de ocupar o Trono de Ferro.

Os grupos ficaram conhecidos como Negros e Verdes. A divisão remete às cores associadas às duas lideranças rivais: o verde da Casa Hightower, representada por Alicent, e o preto da Casa Targaryen, ligado a Rhaenyra. Ao longo da série, cada facção reuniu aliados, exércitos e dragões para sustentar sua reivindicação ao Trono de Ferro.

Antigas amigas, Alicent e Rhaenyra se tornaram líderes dos lados opostos da disputa pelo Trono de Ferro – Imagem: Divulgação / HBO

Os Negros

Os Negros são liderados por Rhaenyra Targaryen, filha mais velha do rei Viserys I. O principal argumento da facção é que ela foi oficialmente escolhida pelo pai como herdeira e reconhecida pelos lordes dos Sete Reinos muitos anos antes da morte do monarca.

Entre os integrantes mais importantes do grupo estão Daemon Targaryen, marido e tio de Rhaenyra; Jacaerys Velaryon, seu filho mais velho; e Corlys Velaryon, conhecido como a Serpente do Mar, comandante da poderosa frota da Casa Velaryon. Personagens como Baela e Rhaena Targaryen também desempenham papéis relevantes no núcleo dos Negros.

Ao final da segunda temporada, a facção chega à terceira temporada em uma posição relativamente favorável. Além de manter importantes alianças políticas, os Negros conseguiram ampliar o número de dragões disponíveis para sua causa, fortalecendo sua capacidade militar.

Os Verdes

Os Verdes apoiam Aegon II Targaryen, filho de Viserys I com Alicent Hightower. Seus defensores argumentam que a tradição sucessória de Westeros favorece herdeiros homens e que, por isso, Aegon deveria ocupar o Trono de Ferro.

Entre os principais nomes da facção estão Alicent Hightower, mãe do rei; Aemond Targaryen, irmão de Aegon e um dos guerreiros mais temidos da série; Helaena Targaryen, rainha consorte; e Criston Cole, que exerce papel fundamental na liderança militar dos Verdes.

Apesar de controlarem Porto Real e ocuparem oficialmente o trono, os Verdes enfrentam desafios importantes ao fim da segunda temporada. Os ferimentos sofridos por Aegon, as divergências internas e o fortalecimento militar dos Negros aumentam a pressão sobre o grupo, que passa a depender cada vez mais da liderança de Aemond e do poder de Vhagar, o maior dragão vivo de Westeros.

Os personagens mais importantes para acompanhar

Com dezenas de personagens espalhados por diferentes regiões de Westeros, A Casa do Dragão pode ser difícil de acompanhar para quem ficou um tempo longe da série. Ainda assim, alguns nomes concentram boa parte dos acontecimentos e devem continuar no centro da trama durante a terceira temporada.

Rhaenyra Targaryen

Escolhida por Viserys I como herdeira do Trono de Ferro, Rhaenyra é a principal líder da facção dos Negros e a figura central da disputa sucessória. Após passar boa parte da segunda temporada tentando equilibrar diplomacia e força militar, ela termina os episódios em uma posição mais forte do que no início do conflito.

Além do apoio de importantes aliados, Rhaenyra conseguiu ampliar significativamente o número de dragões disponíveis para sua causa. Com a guerra prestes a atingir uma nova escala, suas decisões devem ter impacto direto sobre o futuro dos Sete Reinos.

Aemond Targaryen

Se existe um personagem cuja influência cresceu ao longo da segunda temporada, esse personagem é Aemond. Filho de Alicent Hightower e irmão de Aegon II, ele se tornou a principal força militar dos Verdes e passou a exercer um papel cada vez mais relevante nas decisões da facção.

Montador de Vhagar, o maior dragão vivo de Westeros, Aemond também carrega a responsabilidade por um dos acontecimentos mais importantes da série: a morte de Lucerys Velaryon no final da primeira temporada. Com Aegon enfraquecido, ele chega à terceira temporada como uma das figuras mais poderosas do conflito.

Com Aegon II enfraquecido, Aemond assume papel cada vez mais importante entre os apoiadores dos Verdes – Imagem: Divulgação / HBO

Daemon Targaryen

Impulsivo, imprevisível e frequentemente disposto a recorrer à violência, Daemon é um dos personagens mais populares da série desde a primeira temporada. Irmão de Viserys I e marido de Rhaenyra, ele combina experiência militar, influência política e uma longa história dentro da dinastia Targaryen.

Durante a segunda temporada, sua permanência em Harrenhal levantou dúvidas sobre suas intenções e seu comprometimento com a causa de Rhaenyra. Ao final dos episódios, porém, ele reafirma sua lealdade à rainha e retorna ao conflito como uma das principais lideranças dos Negros.

Alicent Hightower

Alicent começou a série como a melhor amiga de Rhaenyra, mas se tornou uma das principais responsáveis pela divisão que deu origem à guerra. Mãe de Aegon II, Aemond e Helaena, ela passou anos defendendo a ascensão de seu filho ao trono.

Ao longo da segunda temporada, no entanto, a personagem demonstra crescente desconforto com os rumos do conflito e perde parte da influência que exercia sobre os acontecimentos em Porto Real. Sua trajetória nos episódios mais recentes sugere uma figura cada vez mais dividida entre a lealdade à família e o desejo de evitar mais destruição.

Aegon II Targaryen

Coroado rei após a morte de Viserys I, Aegon II ocupa o centro da reivindicação dos Verdes ao Trono de Ferro. Diferentemente de outros personagens mais experientes ou estrategistas, ele chegou ao poder sem grande interesse pela política e precisou lidar com as consequências de uma guerra que rapidamente saiu de controle.

Os acontecimentos da segunda temporada mudaram drasticamente sua situação. Gravemente ferido durante a Batalha do Pouso das Gralhas, Aegon termina os episódios em uma posição muito mais vulnerável do que no início do conflito, o que aumenta a importância de seus aliados e familiares na condução da guerra.

Jacaerys Velaryon

Filho mais velho de Rhaenyra e herdeiro de sua reivindicação ao Trono de Ferro, Jacaerys assumiu responsabilidades cada vez maiores à medida que a guerra avançou. Ao longo da segunda temporada, ele participou de missões diplomáticas, ajudou a fortalecer alianças e demonstrou capacidade de liderança.

Embora nem sempre receba a mesma atenção que personagens como Rhaenyra, Daemon ou Aemond, Jacaerys se consolidou como uma das figuras mais importantes entre os Negros. Seu papel deve continuar crescendo à medida que o conflito se intensifica.

Quem são os principais dragões da guerra

Os dragões são o principal diferencial militar da Casa Targaryen e desempenham papel decisivo na Dança dos Dragões. Embora diversas criaturas apareçam ao longo da série, algumas delas se destacam por seu tamanho, experiência em combate ou importância estratégica para os dois lados da guerra.

Vhagar

Vhagar é o maior e mais poderoso dragão vivo de Westeros. Montado por Aemond Targaryen, o animal participou de guerras muito antes dos acontecimentos mostrados em A Casa do Dragão e carrega uma reputação temida em todo o continente.

Sua força ficou evidente no final da primeira temporada, quando matou Lucerys Velaryon e seu dragão, Arrax. Desde então, Vhagar se tornou uma das armas mais importantes dos Verdes e uma peça fundamental no equilíbrio de forças da guerra.

O tamanho de Vhagar ajuda a explicar por que o dragão é uma das principais armas dos Verdes na Dança dos Dragões – Imagem: Divulgação / HBO

Caraxes

Conhecido como “Verme de Sangue”, Caraxes é o dragão de Daemon Targaryen. Seu corpo mais longo e esguio faz com que tenha uma aparência diferente da maioria dos outros dragões da série.

Experiente em batalhas e extremamente agressivo, Caraxes é considerado um dos dragões mais perigosos do conflito. Sua ligação com Daemon também o coloca no centro de muitos dos principais acontecimentos da guerra.

Syrax

Syrax acompanha Rhaenyra Targaryen desde a juventude e é um dos símbolos mais importantes da reivindicação dos Negros ao Trono de Ferro.

Embora não tenha protagonizado tantos confrontos quanto Vhagar ou Caraxes, o dragão representa a posição de Rhaenyra como herdeira da Casa Targaryen. Sua presença reforça a legitimidade que a rainha reivindica para governar os Sete Reinos.

Vermithor

Vermithor está entre os maiores dragões vivos de Westeros e ganhou destaque durante a segunda temporada. A criatura pertenceu ao rei Jaehaerys I Targaryen e permaneceu sem cavaleiro por muitos anos.

A busca por um novo montador para Vermithor se tornou uma das prioridades dos Negros durante a guerra. Por causa de seu tamanho e poder destrutivo, o dragão é visto como um reforço estratégico capaz de alterar o rumo de grandes batalhas.

Seasmoke

Seasmoke teve papel importante nas duas primeiras temporadas e voltou a ganhar destaque quando passou a ser montado por Addam de Hull.

O dragão simboliza uma das principais estratégias adotadas por Rhaenyra para fortalecer sua facção: encontrar novos cavaleiros para dragões que estavam sem montadores. Com mais dragões ativos em campo, os Negros conseguiram reduzir uma das principais vantagens militares dos Verdes.

O que esperar da 3ª temporada

A HBO tem mantido em sigilo boa parte dos detalhes da nova temporada, mas o final do segundo ano deixou claro que a história está entrando em uma fase diferente. Depois de duas temporadas dedicadas a apresentar personagens, formar alianças e construir a rivalidade entre os dois lados, a expectativa é que os próximos episódios mostrem as consequências diretas da guerra em larga escala.

O cenário ao fim da segunda temporada indica que tanto os Verdes quanto os Negros estão preparados para intensificar o conflito. Exércitos estão em movimento, novas alianças foram estabelecidas e os dragões devem ter participação ainda maior nos acontecimentos que se aproximam.

Com os exércitos em movimento, a terceira temporada promete ampliar os confrontos da Dança dos Dragões – Imagem: Divulgação / HBO

A terceira temporada também deve aprofundar os efeitos da guerra sobre seus principais protagonistas. Rhaenyra chega aos novos episódios em uma posição mais forte do que no início do conflito, enquanto Aemond assume cada vez mais protagonismo entre os Verdes. Personagens como Daemon, Alicent e Aegon II também enfrentam situações que podem influenciar diretamente os rumos da disputa pelo Trono de Ferro.

Outro aspecto esperado pelos fãs é a ampliação da escala dos confrontos. As duas primeiras temporadas apresentaram batalhas importantes, mas grande parte da narrativa foi dedicada à preparação para a guerra. Com os principais atores do conflito já posicionados, a tendência é que os próximos episódios tragam embates mais frequentes e com consequências cada vez maiores para Westeros.

Ao mesmo tempo, a série deve continuar explorando temas que marcaram suas temporadas anteriores, como disputas familiares, ambição política, lealdade e o peso das decisões tomadas pelos membros da Casa Targaryen. Em meio a dragões e batalhas, a guerra pelo Trono de Ferro continua sendo, acima de tudo, uma história sobre uma família dividida.

Quando estreia a 3ª temporada de A Casa do Dragão

A terceira temporada de A Casa do Dragão estreia no dia 21 de junho. Os novos episódios serão exibidos simultaneamente na HBO e na HBO Max, sempre aos domingos, às 22h (horário de Brasília).

Assim como ocorreu nos anos anteriores, a temporada será lançada de forma semanal, com um episódio inédito por semana. A estratégia permite que a série mantenha a tradição de grandes produções do universo de Game of Thrones, incentivando discussões e teorias entre os fãs ao longo de toda a exibição.

A nova leva de episódios dará continuidade direta aos acontecimentos da segunda temporada, acompanhando os desdobramentos da guerra entre Verdes e Negros e a disputa pelo controle do Trono de Ferro.

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