Um bom programa para quem já explorou a região do Mercado Ver-O-Peso em Belém é voltar o olhar para a paisagem do outro lado do rio Guamá, extenso curso d’água que banha a capital. Em vez dos imponentes edifícios de uma metrópole urbana, o cenário revela a imensidão verde da Floresta Amazônica, presente na Ilha do Combu.
Reconhecida como Área de Proteção Ambiental desde 1997, a ilha é a quarta maior entre as 39 que formam a região insular da capital paraense. Por lá, grande parte das casas, bares e restaurantes se concentra ao longo das margens dos rios – fora isso, predominam a natureza exuberante e a vegetação preservada.
Há poucas trilhas que permitem caminhar livremente pelo interior da ilha. Na prática, a principal forma de circulação pelo território é pelas águas. A seguir, confira os destinos mais procurados da ilha, que inclui um polo gastronômico erguido sobre palafitas.
Como chegar na Ilha do Combu
Localizado na Praça Princesa Isabel, às margens do rio Guamá, o Terminal Hidroviário Ruy Barata é a principal porta de entrada para quem deseja chegar à ilha. De lá, saem transportes fluviais com destino ao Combu em um trajeto que dura cerca de 15 minutos.
As passagens para a travessia podem ser compradas em um guichê no próprio terminal, pelo valor de R$ 24, que cobre ida e volta. Há gratuidade para crianças de até cinco anos, idosos com mais de 60 anos e pessoas com deficiência e seus acompanhantes. A bilheteria funciona das 9h às 16h, e a praça também dispõe de uma área ampla de estacionamento, com tarifas a partir de R$ 10.
Restaurantes e outras atrações para conhecer
Uma das experiências mais procuradas por quem visita a Ilha do Combu é, sem dúvida, conhecer os bares e restaurantes instalados às margens do rio – muitos deles construídos sobre palafitas. De modo geral, a cena gastronômica da região reúne um cardápio variado, que combina pratos típicos do Pará com especialidades à base de frutos do mar.
Um post compartilhado por Saldosa Maloca | Eco Restaurante (@saldosamaloca)
O Saldosa Maloca (com L mesmo), por exemplo, é uma excelente opção para almoçar na ilha. Bastante conhecido, o restaurante tem mais de 40 anos de história e oferece em seu cardápio diversos pratos da culinária paraense, com destaque para os peixes servidos inteiros e preparados de diferentes maneiras.
Com música ao vivo e uma área do rio propícia para banho, o espaço também convida a uma caminhada pelo terreno, onde é possível encontrar preciosidades da flora amazônica. Nos arredores do restaurante, por exemplo, está uma imponente samaúma, parada obrigatória em qualquer roteiro pela ilha.
Com peixe saboroso, música ao vivo e os mais variados drinks, o restaurante Matapy é outro ponto bastante popular na região. Suas piscinas naturais, cuja profundidade varia conforme a maré, são ideais para um mergulho. Balanços, espreguiçadeiras e belos girassóis espalhados pelo espaço dão um charme a mais ao ambiente, conhecido também pela vista panorâmica para a cidade.
Um post compartilhado por Filha do Combu | Casa do Chocolate | D.Nena (@filhadocombu)
Muito tradicional na região, a Casa de Chocolate Filha do Combu – também conhecida como Fábrica de Chocolate da Dona Nena – é uma atração indicada para toda a família. Desde 2006, o local se dedica à produção de chocolates artesanais e oferece experiências que incluem degustação de diversos produtos, loja e espaço para lanches e cafés. O funcionamento é diário, das 9h às 17h. A samaúma no quintal de Dona Nena é um assombro!
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