Londres troca o cinza por um festival de cores na primavera

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A primavera é a estação do ano em que o tempo chuvoso e nublado, tão comuns em Londres, dão espaço para jardins cobertos de cor. De março até junho, os parques da capital inglesa ficam cheios de flores que desabrocham depois de um inverno rigoroso.

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Não se preocupe com chuvas inesperadas: a primavera londrina é mais seca do que o habitual para a cidade, deixando o clima perfeito para quem quer explorar os seus campos floridos. Abril, o mês com menos precipitações, tem uma média de apenas 56 mm de chuva durante todo o período.

A primavera também possui temperaturas mais amenas, de 10º a 20º C, embora os meses de março e abril ainda possam ter dias com temperaturas de um dígito, em um rescaldo do inverno.

Confira outras vantagens de passear pela capital inglesa nessa época do ano.

Parques para aproveitar a primavera

Não faltam lugares para visitar na primavera: quase metade da área total de Londres é composta por espaços verdes, de acesso público ou mediante pagamento de ingresso. São parques cobertos por narcisos, tulipas e jacintos, além de árvores como carvalhos e cerejeiras.

Flores em frente à estufa do Kew GardensScott Wylie/Wikimedia Commons

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O Jardim Botânico Real, a apenas 30 minutos do centro de Londres, possui uma infraestrutura completa que inclui estufas, jardins e centros de pesquisa em botânica. São mais de 50 mil plantas espalhadas por todo o parque, que também é um Patrimônio Mundial da Unesco. O local, também conhecido simplesmente como Kew Gardens, abre todos os dias das 10h às 19h, com ingressos a partir de 25 libras.

Próximo ao jardim botânico, mil hectares – quase 1500 campos de futebol – de espaço verde aguardam o visitante no Parque Richmond. O local está aberto todos os dias, sem restrição de horários, e a entrada é gratuita. As florestas são ancestrais: há carvalhos com até 750 anos. Nele, destaca-se também a Plantação Isabella, um jardim conhecido pelas lindas azaleias que margeiam os lagos e riachos do espaço.

Capítulo essencial da história dos Estados Unidos, Richmond é um centro em expansão, com muita cultura, lojas e diversão ao ar livre. Crédito:Stephen Poore/Unsplash
A Isabella Plantation no Richmond Park, famosa por suas azaleiasIan Alexander/Wikimedia Commons

Já o Jardim RHS Wisley é um pouco mais longe de Londres – 40 quilômetros –, mas vale a pena visitá-lo, porque o local abriga uma das maiores coleções de plantas do mundo. Além dos 20 jardins que podem ser explorados, o espaço também tem estufa, laboratórios de pesquisa em botânica, pomares e uma infraestrutura completa para o lazer. Ele abre todos os dias com a entrada a partir de £ 18,40.

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Exposição de flores

O “RHS” à frente do nome do Jardim Wisley é uma referência à sigla em inglês para a Sociedade Real de Horticultura, mesma entidade que promove o RHS Chelsea Flower Show, famoso festival de flores que ocorre às margens do Rio Tâmisa. Neste ano, o evento, considerado uma das exposições de flores e paisagismo mais prestigiadas do mundo, ocorre de 19 a 23 de maio.

Os ingressos podem ser comprados neste link a partir de 84 libras. Entre as diversas instalações, está a exposição de jardins projetados por designers cultuados na área. Cerca de 40 jardins que satisfazem gostos exigentes e variados: mais coloridos ou mais verdes, ao ar livre ou dentro de casas, em varandas ou estufas.

O evento também conta com espaços de lazer para quem quer aproveitar ao máximo o local. Há diversos restaurantes, cafés, praças de alimentação e áreas de piquenique espalhados pelo Flower Show.

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